O tempo vai passando e aí a gente nem se liga mais no que tá fazendo, de tão acostumado que se está com o que se “aceita” acontecer. E lá se vai um dia, dois, meses, anos, e lá no fim das contas tu nem sabe mais a razão de ter feito assim. “Porque eu fiz assim a vida inteira“.
E eu fiz a vida inteira de pensar antes de fazer.
Pensar antes de falar não é bem um método que eu diria “meu”, mas tomar decisões é algo que me chama pro canto numa conversa mais racional.
Nem sempre, claro.
Não hoje, eu diria.
O resumo da ópera é que pelas poucas vezes que eu fechei os olhos por um segundo e ao invés do prudente “não”, joguei pro ar um “sim” cheio de coragem (e cagaço), não tenho nenhum receio ou medo.
Nenhuma certeza também, mas e quem é que tem certeza de alguma coisa?!
Pessoas fingem bem.
E eu desisti de fingir.
Abre a gaita, gaitero!
Só pra eu me lembrar daqui a uns anos, o YEAP rolou ontem.