wazz’ap vanilla face?!

Tempo é algo efêmero, assumo.
E a necessidade de postar é muito psicológica… Faz tempo que não tenho um “insight” que me deixe com coceiras no dedo. Não que eu tenh sibstituído meus pensamentos pelo Wondernails, e uma característica perua há muito escondida, mas os acontecimentos não têm tido a maior dimensão que eu esperava que tivessem.
O ano começou com muitas mudanças, decisões, convicções e todo esse “blablabla” de novas perspectivas e coisas previsivas e encantadoras como o desejo de um ano bom.
E assim a gente vai correndo dum lado pro outro meio que na esperança da palhaçada virar engraçada e as conclusões de tornarem positivas, e um pouco se perde ali, um pouco se perde aqui, vai se descascando a parte difícil das primeiras horas de uma nova prospecção.
Comparo os primeiros meses de um ano com os primeiros meses de um outro ano qualquer e espero sempre não me decepcionar, ou claro, agradecer a ter uma péssima e seletiva memória.
Tenho estado ocupada em perceber o meu crescente pavor de calor, e querer novamente morar num freezer ou geladeira, e o quanto coisas que me irritavam antes cada vez me irritam mais.
Ah, se eu for enumerar, começaria por algo relacionado à falta de personalidade, ou a sobra. Efusividade, grandes movimentos, exageros. Ou faça tudo, ou não faça nada. Eu não sei se isso é coisa da chegada dos 30, onde tudo que nem é tão postural faz diferença, ou não faz diferença nenhuma, mas realmente ando complexa, e comigo mesma, inclusive.
Enfim, nada muito longe do que sempre fui, mas um pouco afastada de mim mesma, pra não me encarar de frente e bater boca com o espelho. Vou devagarinho assim, e depois viro de volta pro meu constante e inoperante senso de realidade.

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