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	<title>Drika Bruzza</title>
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	<description>Drika Bruzza, gaúcha, analista web na Dell computadores desde 2005, mãe do Igor Bruzza, gremista, apaixonada por cores, música, vetores.</description>
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		<title>Honey Pie I</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Drika</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda não consegui decidir se acho melhor aprender num relacionamento difícil, ou aprender num relacionamento fácil, fácil demais. Uns dizem que o que é difícil ensina mais, por ser justamente um desafio a cada dia, mas sinceramente? Não acho que eu concorde no momento com isso. Considerando que o meu namoro &#8220;à jato&#8221; não é<a href="http://drika.org/2012/02/honey-pie-i/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não consegui decidir se acho melhor aprender num relacionamento difícil, ou aprender num relacionamento fácil, fácil demais. Uns dizem que o que é difícil ensina mais, por ser justamente um desafio a cada dia, mas sinceramente? Não acho que eu concorde no momento com isso.<br />
Considerando que o meu namoro &#8220;à jato&#8221; não é muito peculiar, estou bem satisfeita com a calma com que as coisas, mesmo aos atropelos, acontecem sem nenhum atrito. É de se desconfiar que a felicidade estava tão &#8220;ali&#8221; e eu, como nunca fiz, ao invés de nem olhar pra ela e ainda virar a cara, consegui encontrar um equilíbrio.<br />
É impressionante como tudo tem se encaixado, dado certo, e o tempo passou a ser mero coadjuvante (quase que completamente ignorado). Antes o tempo era &#8220;Ok, o tempo vai passar e as coisas vão ficar bem&#8221;. Hoje, eu quero que o tempo não passe. Ou sei lá, que passe, sinceramente não faz diferença.<br />
O fato é que a tranquilidade do meu relacionamento me apavora. Claro, positivamente, como eu não sou louca nem nada de achar algo realmente bom, ruim.<br />
Parece que já estava tudo lá, pronto, e de repente, a porta se abriu. Como se eu quisesse fazer um prato muito difícil, cheio de especiarias impossíveis de achar (saca, tipo cardamomo?), e chegasse na minha cozinha com tudo em cada potinho, medido pra ser um sucesso.<br />
Claro que tu estás aí pensando que é &#8220;mimimi&#8221;, mas não é.<br />
E vou te dizer: não é fácil, porque eu me questiono a cada minuto se isso está mesmo acontecendo, e se isso é normal, e se isso acontece com as outras pessoas, e se é por isso que as pessoas ficam anos e anos juntas, perdendo os dentes, mas não a cumplicidade.<br />
Se é normal, que bonito, fico feliz de saber que o meu improvável pote achou sua improvável tampa, que o meu pé torto merece um chinelo confortável, ou que minha laranja tem metade sim, não virou suco.<br />
Só sei que tá bem bom, divertido, feliz, interessante e um pouco de egoísmo à parte, tranquilo.<br />
Prefiro não largar a máxima &#8220;<em>acho que finalmente encontrei</em>&#8220;, porque eu quase não procurei.<br />
Tava lá. Eu juro. E esse é o grande lance da história.</p>
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		<title>Filé de frango &#8220;alla milanese&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Drika</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dona La-Hilda (que eu costumo chamar de mãe) nunca foi muito prendada na cozinha, mas uma das coisas que ela faz bem é o seu &#8220;milanese&#8220;. Outras coisas como bolinho de arroz também, mas isso é outra história&#8230; Hoje o foco é ENFARINHAR carnes pra deixá-las gostosas. Coisas que você vai precisar? Carne de sua<a href="http://drika.org/2012/01/file-de-frango-alla-milanese/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dona La-Hilda (que eu costumo chamar de <strong>mãe</strong>) nunca foi muito prendada na cozinha, mas uma das coisas que ela faz bem é o seu &#8220;<em>milanese</em>&#8220;. Outras coisas como bolinho de arroz também, mas isso é outra história&#8230; Hoje o foco é <strong>ENFARINHAR</strong> carnes pra deixá-las gostosas.</p>
<p>Coisas que você vai precisar?</p>
<p>Carne de sua preferência (lá em casa um peito de frango &#8220;dá&#8221; pra todos, rende bastante)<br />
2 ou 3 ovos (óbviamente vai da quantidade de carnes que tu vais empanar)<br />
Tempero Arisco (ou equivalente)<br />
Farinha de rosca. Veja bem: <strong>ROSCA</strong>. Nada de outra farinha, cara pálida.<br />
Sal<br />
Orégano<br />
Óleo</p>
<p><a href="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00783.jpg"><img class="size-medium wp-image-996 alignnone" title="DSC00783" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00783-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00784.jpg"><img class="size-medium wp-image-997 alignnone" title="DSC00784" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00784-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Tempera os bifes com o Arisco (ou só sal e pimenta, ou com alho, tu que sabe!) e reserva.<br />
Numa tigela (<strong>odeio</strong> essa palavra), misture os dois ovos, com clara<strong> &amp;</strong> gema, adiciona uma colherinha de orégano e umas duas pitadas de sal.<br />
Vai esquentando o óleo, porque ele precisa estar BEM quente pra não embebedar a carne em gordura.</p>
<p><a href="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00785.jpg"><img class="size-medium wp-image-998 alignnone" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="DSC00785" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00785-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-999" title="DSC00787" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/DSC00787-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Agora vem o complicado:</p>
<p>Passa os bifes na mistura de <strong>ovos</strong><br />
Passa os bifes na farinha de <strong>rosca</strong></p>
<p><strong>Frita</strong>, SUPER-escorre e <strong>bah</strong>, morre comendo que é de repetir umas 5 vezes! :)</p>
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		<title>And I said YES.</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:55:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O tempo vai passando e aí a gente nem se liga mais no que tá fazendo, de tão acostumado que se está com o que se &#8220;aceita&#8221; acontecer. E lá se vai um dia, dois, meses, anos, e lá no fim das contas tu nem sabe mais a razão de ter feito assim. &#8220;Porque eu<a href="http://drika.org/2012/01/and-i-said-yes/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo vai passando e aí a gente nem se liga mais no que tá fazendo, de tão acostumado que se está com o que se &#8220;aceita&#8221; acontecer. E lá se vai um dia, dois, meses, anos, e lá no fim das contas tu nem sabe mais a razão de ter feito assim. &#8220;<em>Porque eu fiz assim a vida inteira</em>&#8220;.<br />
E eu fiz a vida inteira de pensar antes de fazer.<br />
Pensar antes de falar não é bem um método que eu diria &#8220;meu&#8221;, mas tomar decisões é algo que me chama pro canto numa conversa mais racional.<br />
Nem sempre, claro.<br />
Não hoje, eu diria.<br />
O resumo da ópera é que pelas poucas vezes que eu fechei os olhos por um segundo e ao invés do prudente &#8220;não&#8221;, joguei pro ar um &#8220;sim&#8221; cheio de coragem (e cagaço), não tenho nenhum receio ou medo.<br />
Nenhuma certeza também, mas e quem é que tem certeza de alguma coisa?!<br />
Pessoas fingem bem.<br />
E eu desisti de fingir.<br />
<em>Abre a gaita, gaitero!</em></p>
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		<title>True Story</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 20:42:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu não costumo falar muito sobre meus pensamentos mais pessoais e menos inspiradores&#8230; Porque as pessoas são críticas só pra serem divertidas, desconhecem o assunto mas mesmo assim dão opiniões, fúteis, ordinárias, cretinas. E é difícil encontrar quem realmente pare pra pensar, se é que já não pensou, fora da sua própria cabeça. Mas indo<a href="http://drika.org/2012/01/true-story/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu não costumo falar muito sobre meus pensamentos mais pessoais e menos inspiradores&#8230; Porque as pessoas são críticas só pra serem divertidas, desconhecem o assunto mas mesmo assim dão opiniões, fúteis, ordinárias, cretinas. E é difícil encontrar quem realmente pare pra pensar, se é que já não pensou, fora da sua própria cabeça.<br />
Mas indo de encontro à tudo isso e todas essas verdades que eu mesma construí ao longo do tempo, resolvi me expor, porque eu tenho quase certeza absoluta de que isso um dia ainda vai ajudar alguém.<br />
E tomara, sério, tomara que seja tu. Eu queria muito que fosse.<br />
Eu fui uma criança daquelas pestes, subi em árvore, tomei banho de lagoa, andei a cavalo, fui mordida por cachorro, mordi cachorro (sério), mas nunca quebrei um braço, nem um dedo. Nada. Ao menos, não meus.<br />
Fui crescendo e decidi jogar futebol, joguei no Grêmio, no Inter (eu sei tudo isso que tu pensou agora, mas valia a pena), e meu gosto por jogo de taco na infância virou numa paixão por disputar. Escolhi o futebol, comprei minhas chuteiras, treinei, treinei, treinei, e virei depois de anos uma jogadora que muito me orgulha, fiz golaços e driblei melhor que muito marmanjo.<br />
<span style="color: #3366ff;">Essa era minha paixão.</span><br />
Depois de um tempo, comecei a trabalhar, aquela coisa toda, o tempo passa, e me interessei por o que não me interessava muito: usar saia, pintar as unhas, namorar, mas nunca deixei de disputar uma partida sempre que dava.<br />
Anos depois, em 2003, eu fui atropelada por uma moto, na frente da minha casa, ali na avenida Nonoai em Porto Alegre.<br />
Morri por alguns minutos, tive que amputar a perna esquerda acima do joelho, a direita passou por 8 cirurgias para que pudesse ser recuperada.<br />
Eu tomei tanta medicação durante esse tempo que eu lembro de poucos acontecimentos. Amigos me contam que foram me visitar no hospital, e que eu estava alegre, mas eu não lembro disso. Não sei se por conta da tonelada de morfina, ou pela memória que se apagou (depois do acontecido minha memória piorou consideravelmente), ou se pelo bloqueio do choque, o fato é que a minha memória mais vívida, trincada na minha retina, é a do teto do meu quarto.<br />
Por esse motivo, eu considero que o tempo em que tive pra pensar em todas as coisas desse mundo foi suficiente pra me tornar o que eu sou hoje.<br />
Num minuto, hiperativa, trabalhadora, cheia de amigos, namorado, festas.<br />
No outro, imóvel, sozinha, diferente, dor, e desculpe a palavra estupidamente verdadeira: mutilada.<br />
Por dentro, e por fora.<br />
<span style="color: #3366ff;">Essa era a minha realidade.</span><br />
Aos poucos as coisas foram mudando, foram acontecendo coisas novas, e hoje eu olho pra trás com um sentimento bobo de &#8220;eu fiz&#8221;. E é aí que eu quero que tu pare comigo pra pensar.<br />
Se eu decidisse (o que na verdade é a maior vontade que se tem) ficar sentada no meu sofá, recebendo auxílio do INSS, esperando a piedade eterna das pessoas e aceitando que jamais seria mulher novamente, eu teria morrido.<br />
Vou te dizer: não é fácil. Mesmo. De verdade. É FODA, eu diria.<br />
Mas se tu não levantar daí e valorizar tudo o que tu tem e tudo aquilo que tu pode ter, mesmo que tu não saiba o que é, nada vai acontecer.<br />
Me orgulho de ter aguentado as noites de dor, de ter enfrentado os pesadelos noites e noites a fio, de ter segurado o choro quando o meu quarto parecia me espremer entre as paredes, de ter parecido forte pra não magoar aqueles me rodeavam, porque se eu deixasse a peteca cair&#8230; todos caíam junto.<br />
Conselho amigo: aproveite TUDO que te rodeia. Quem te ama, quem faz diferença, as tuas coisas, e principalmente: as tuas ideias.<br />
Lembro que uma vez, quando ainda estava em recuperação, caminhava na barra, acompanhada da minha fisioterapeuta, com uma dificuldade enorme de ficar de pé mais que vinte segundos&#8230; E eu pensei &#8220;um dia eu ainda vou fazer muito mais que isso&#8221;.<br />
E eu fiz.<br />
<span style="color: #3366ff;">Esse era meu combustível.</span><br />
Empunhei coragem, cara-dura, atitude, tudo o que eu achava que tinha perdido. Vaidade, narcisismo, esperança. Tudo. E fui à luta.<br />
Nessa caminhada até aqui eu tive muitas pernas caminhando comigo, muitos braços me apoiando, e muitos corações torcendo por mim, mas eu finalmente posso dizer que <strong>eu fiz a diferença</strong>.<br />
Eu saio, eu bebo, eu danço, eu falo, eu rio, eu canto, eu desafino, eu não me importo, eu me importo demais, eu ajudo, eu atrapalho, eu pago, eu compro, eu devo, EU VIVO.<br />
A velha história de fazer do limão a capirinha, sabe?<br />
Saber que um sonho virou um projeto, e dali eu consegui mobilizar pessoas, e aumentar em 250% a contratação de pessoas com deficiência em dois anos na minha empresa&#8230; sabe?! Eu realmente fico abestalhada&#8230; saber que eu posso conscientizar, reclamar, mudar e ser mudada, isso é tão mágico. E é real.<br />
Uma coisa é certa: nada disso se faz sozinho. Eu contei com pessoas, que contaram comigo, e daí surgiram mais e mais amizades muito além daquelas que eu tinha antes, lá no início, e aí a mobilização virou realidade.<br />
Mas cair, levantar, e rir de tudo o que na verdade poderia ter sido triste é parte importante demais na recuperação.<br />
Faça isso. Tente. Levante. FAÇA.<br />
Pra mim não existe: &#8220;não sei se consigo&#8221;. E eu tenho tanta coisa ainda pra fazer!<br />
<span style="color: #3366ff;">E isso faz de mim o que eu sou hoje.</span></p>
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		<title>Erase and Rewind</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 14:26:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trabalhar de casa na maioria das vezes é a melhor coisa do mundo. O silêncio e a falta de alguém pra atrapalhar quando tu tá concentrado fazem tu conseguir fazer o que tem que fazer. Fora que tu poder decidir se quer morrer de frio ou de calor, poder ficar descalço aumenta a felicidade consideravelmente,<a href="http://drika.org/2011/12/erase-and-rewind/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-988" style="margin-right: 4px; margin-left: 4px; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" title="Vida dura..." src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Foto0020-300x225.jpg" alt="Vida dura..." width="300" height="225" /></p>
<p>Trabalhar de casa na maioria das vezes é a melhor coisa do mundo. O silêncio e a falta de alguém pra atrapalhar quando tu tá concentrado fazem tu conseguir fazer o que tem que fazer. Fora que tu poder decidir se quer morrer de frio ou de calor, poder ficar descalço aumenta a felicidade consideravelmente, ainda mais podendo falar palavrões bem alto sozinho. E simplesmente o fato de poder falar sozinho já é relativamente uma auto-ajuda, a linha de raciocínio ditada pela voz parece que chega mais fácil.<br />
E claro, com o Igor na escola, porque senão é praticamente impossível ter um raciocínio qualquer que seja, que não &#8220;Desce daí AGORA!&#8221; ou &#8220;Não põe o dedo aí que vai te dar um choque!&#8221;, coisas desse tipo.<br />
Não tem muita coisa que se possa fazer com uma criança super ativa a não ser colar o olho (ou o canto de olho, já serve) e acompanhar as idéias de cabeça de mamão, que inventa de subir no armário pra pegar coisas altas, jogar bola perto da árvore de Natal, abrir a porta pro cachorro-monstro-Dylan entrar com as patas enlameadas e acabar com o carpete.<br />
Mas ir na tua cozinha e fazer um chimarrão, ou esquentar uma água pra um chá, ter tudo que se precisa na volta, e no meu caso, poder ficar sem prótese&#8230; <strong>Bah. Não tem preço</strong>.<br />
Claro que num ambiente corporativo, além de gripe e alergias, a gente desenvolve o caráter social, pode virar pro lado e perguntar pro colega algo que não entendeu, ter uma rede mais rápida e uma máquina de café. Mas nada que ir de pantufa até a cozinha e passar o próprio café não resolva de maneira mais interessante.<br />
Eu ando cansada de caminhar e vir e ir, por isso volta e meia penso em como seria legal poder ter essa opção.<br />
Também sei que é só eu querer, mas eu tenho tanta gente tri aqui na volta que me faz rir muito mais do que a Angélica apresentando o Video Show&#8230; penso e só penso, por enquanto :)</p>
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		<title>Manifesto de Natal</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 13:29:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sério, eu adoro Natal, até porque lá na casa do vô, em Dom Pedrito, todo mundo se junta naquele gritedo característico da família Bruzza, na volta da árvore, uns querem ver o show do Roberto, outros querem o rímel emprestado, e outros só tão pela hora da ceia, mas né&#8230; Fruta cristalizada em TUDO, precisa?<a href="http://drika.org/2011/12/manifesto-de-natal/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/nofrutasyeschoco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-980" title="nofrutasyeschoco" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/nofrutasyeschoco.jpg" alt="Chega de Frutas Cristalizadas!" width="271" height="199" /></a>Sério, eu adoro Natal, até porque lá na casa do vô, em Dom Pedrito, todo mundo se junta naquele gritedo característico da família Bruzza, na volta da árvore, uns querem ver o show do Roberto, outros querem o rímel emprestado, e outros só tão pela hora da ceia, mas né&#8230;</p>
<p>Fruta cristalizada em <strong>TUDO</strong>, precisa?</p>
<p>Gente, arroz é pra ser ARROZ, quem inventou esse arroz à grega devia ter mantido na Grécia essa porcaria.</p>
<p>Daí no Panetone, toma, frutas cristalizadas.</p>
<p>Daí na salada, toma, frutas cristalizadas.</p>
<p>Peru? Além do abacaxi (de onde tiraram isso!?), toma, frutas cristalizadas.</p>
<p>Gente, sério, assim não tem como.<br />
Mesmo que tenha mais coisa pra comer, como salgadinhos de origem duvidosa e toneladas de canudinhos (que sinceramente, são meus preferidos), tudo tem fruta cristalizada. <strong>Isso TEM que ter fim</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong><span style="color: #ff0000;">Aqui, meu manifesto por um Natal com menos frutas cristalizadas.</span></strong></h3>
<p>Att, Drika-</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Corra, Drika, Corra!</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:48:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Finalmente, depois um acidente básico na chegada lá em casa (a pobre edição do mês passado chegou destroçada, esmigalhada, desgraçada, rasgada e trollada), chegou a minha Lola Magazine, e quase tive uma síncope hiperventilada (tá, exagerei, exagerei) quando vi que o perfume que comprei na semana passada (CK One Summer) tem exatamente a mesma cor<a href="http://drika.org/2011/12/corra-drika-corra/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, depois um acidente básico na chegada lá em casa (<em>a pobre edição do mês passado chegou destroçada, esmigalhada, desgraçada, rasgada e trollada</em>), chegou a minha <strong><a href="http://lolamag.abril.com.br/" target="_blank">Lola Magazine</a></strong>, e quase tive uma síncope hiperventilada (tá, exagerei, exagerei) quando vi que o perfume que comprei na semana passada (CK One Summer) tem exatamente a mesma cor da capa da edição de Novembro.<br />
<a href="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/shot_1323249889205.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-969" title="Lola + CK" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/shot_1323249889205.jpg" alt="Lola + CK" width="538" height="538" /><br />
</a>Coisa de Drika, acostume-se a ver coisas babacas sobre cores, formas e menininhazices aleatoriamente por aqui.<br />
Achei <strong>lindo</strong>, tive que tirar foto, mas é uma pena que não deu o &#8220;<em>tchan</em>&#8221; que devia, devido à grande <span style="color: #ff0000;"><strong>porcariedade</strong></span> da câmera do meu celular, que é uma <span style="color: #ff0000;"><strong>porcaria</strong></span>.</p>
<p>Mas essa é a verdade do lance, ó:<br />
<img class="alignnone" title="CK One Summer" src="http://fashionison.com/wp-content/uploads/2011/03/nd.11339.jpg" alt="CK One Summer" /><br />
Aliás, um dos planos pra 2012 é comprar <strong>OUTRO celular</strong> (o 11º, mais especificamente) e me empenhar ao extremo no cuidado e atenção ao querido. Esse era o plano pro meu lindo LG Optimus Black, o 9º, mas infelizmente ele foi roubado, e aí sabe como é, o sentimento de saudade infinita de um processador decente me cega.</p>
<p>Será que eu repito a escolha do LG Optimus Black? Ou será que vai ser minha primeira investida num iPhone?<br />
<strong>Mistério</strong>!</p>
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		<title>the battle of evermore</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Drika</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não tenho tido muita inspiração. Antes eu abria um notepad e PLAFT, BLOFT, BLACT, saíam e pulavam ideias e mais ideias, opiniões e mais opiniões. E eu sigo aqui, no mesmo lugar, sentada no mesmo raio de 200 ou 300m de onde eu sentava há 6 anos atrás, de onde as ideias surgiam e me<a href="http://drika.org/2011/12/the-battle-of-evermore/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho tido muita inspiração. Antes eu abria um notepad e PLAFT, BLOFT, BLACT, saíam e pulavam ideias e mais ideias, opiniões e mais opiniões. E eu sigo aqui, no mesmo lugar, sentada no mesmo raio de 200 ou 300m de onde eu sentava há 6 anos atrás, de onde as ideias surgiam e me engoliam, desciam pelos meus braços, escorregavam pelos dedos e ferozmente COMIAM o teclado.<br />
E aí agora, fico alguns minutos quieta, olhando pro nada, como se já nada mais precisasse ser dito, ou gritado.<br />
Talvez isso seja um reflexo da minha falta de tempo, onde cada segundo em que eu posso realmente pensar em nada, eu penso&#8230; Ou se é um &#8220;<em>lack of communications</em>&#8221; entre minha mente e meu coração, e é aí que eu me assusto um pouco.<br />
Será que eu me acomodei?<br />
Será que eu perdi o controle da minha própria loucura?<br />
Será que meu balão de gás hélio terminou e a diversão que minha voz causava em símbolos já não tem graça nenhuma?<br />
Porra, eu caio nessas viagens, <strong>sim</strong>.<br />
Já fui contra o amor, já fui a favor do amor, me rendi, abracei, deixei ir, deixei voltar, mas não me dou mais ao luxo de me preocupar em fazer de uma relação algo prejudicial. Não vale a pena. Mas será que não mesmo? Ou foi o fio tensor entre minha mente e o meu coração que foi cortado?<br />
Perguntas e mais perguntas, é só isso que tem nesse texto, porque eu ainda leio os mesmos tipos de livros, ouço o mesmo tipo de músicas, vou aos mesmos tipos de lugares, e mesmo assim, não tenho mais a mesma coceirinha nos dedos, aquela vontade absurda de dizer e só dizer.<br />
Tenho dado valor aos meus minutos sozinha, tenho dado valor a pessoas diferentes, tenho dado menos valor ao que eu acho que merece menos, e mais valor ao que merece mais.<br />
Não parece estar saindo nada como planejado, mesmo que não haja nenhum planejamento&#8230; Tipo uma música só nas linhas da pauta, sem uma leitura nem mental do ritmo ou da sonoridade.<br />
Vou esperando mergulhada no silêncio, na esperança de que volte de mim o pouco que deixei dormir.</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/_BjiRKBC05c" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 10:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Drika</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#60;fuckyou&#62;SUMMER&#60;/fuckyou&#62;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #ff0000;"></p>
<p>&lt;fuckyou&gt;</span><span style="color: #ff6600;"><strong>SUMMER</strong></span><span style="color: #ff0000;">&lt;/fuckyou&gt;</p>
<p></span></h2>
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		<title>Meme Store em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 13:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Drika</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Andando ali pela Cavalhada, num shoppingzinho bem chinelo, quando de repente&#8230; Há! :D]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andando ali pela Cavalhada, num shopping<em>zinho</em> bem chinelo, quando de repente&#8230;<br />
<a href="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/store.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-959" title="Cavalhada Shopping" src="http://drika.org/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/store.jpg" alt="Memes all around!" width="481" height="626" /></a></p>
<p><strong>Há!</strong> :D</p>
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