Tag Archive for café

Erase and Rewind

Vida dura...

Trabalhar de casa na maioria das vezes é a melhor coisa do mundo. O silêncio e a falta de alguém pra atrapalhar quando tu tá concentrado fazem tu conseguir fazer o que tem que fazer. Fora que tu poder decidir se quer morrer de frio ou de calor, poder ficar descalço aumenta a felicidade consideravelmente, ainda mais podendo falar palavrões bem alto sozinho. E simplesmente o fato de poder falar sozinho já é relativamente uma auto-ajuda, a linha de raciocínio ditada pela voz parece que chega mais fácil.
E claro, com o Igor na escola, porque senão é praticamente impossível ter um raciocínio qualquer que seja, que não “Desce daí AGORA!” ou “Não põe o dedo aí que vai te dar um choque!”, coisas desse tipo.
Não tem muita coisa que se possa fazer com uma criança super ativa a não ser colar o olho (ou o canto de olho, já serve) e acompanhar as idéias de cabeça de mamão, que inventa de subir no armário pra pegar coisas altas, jogar bola perto da árvore de Natal, abrir a porta pro cachorro-monstro-Dylan entrar com as patas enlameadas e acabar com o carpete.
Mas ir na tua cozinha e fazer um chimarrão, ou esquentar uma água pra um chá, ter tudo que se precisa na volta, e no meu caso, poder ficar sem prótese… Bah. Não tem preço.
Claro que num ambiente corporativo, além de gripe e alergias, a gente desenvolve o caráter social, pode virar pro lado e perguntar pro colega algo que não entendeu, ter uma rede mais rápida e uma máquina de café. Mas nada que ir de pantufa até a cozinha e passar o próprio café não resolva de maneira mais interessante.
Eu ando cansada de caminhar e vir e ir, por isso volta e meia penso em como seria legal poder ter essa opção.
Também sei que é só eu querer, mas eu tenho tanta gente tri aqui na volta que me faz rir muito mais do que a Angélica apresentando o Video Show… penso e só penso, por enquanto :)

frio? é psicológico.

Como dizia minha avó, um frio de renguear cusco ali na rua.
São meio dia e faz 7° na linda Porto Alegre…
Pelo menos aqui dentro da empresa faz quentinho, né? NÃO. Alguém muito, mas muito mau, com um coração de gelo e provavelmente com cara de Jack Nicholson deve estar rindo da gente aqui nesse congelador.
Realmente me sinto como um tomate na gaveta dos vegetais da geladeira… Reclamo, mas sei que mais pra cima tá pior.
E a coragem pra sair e almoçar? Tudo envolve mais ou menos 10 minutos de caminhada… =’(
Mas pelo menos a manhã foi esquentadinha de leve com um chá de ervas chinesas e um limãozinho caseiro, graças ao tio Jango e sua mão mágica pra plantar.

Mr. Lemon

Mas e o findi? Ah, o findi foi dividido entre as enxaquecas mensais, reclamação do frio (principal esporte gaúcho de inverno) e passeando com o pequeno, já que em casa fazia frio igual na rua.

Sábado teve uma tarde agradável de compra de meias, calças e moletons, seguido de um lanchinho no AppleBees, com direito a leitura e uns papos sérios sobre cuidar do caderno e tamanho de letra:

Applebees

E no domingo teve café, cinema (Os Pinguins do Papai)…

Café no Bourbon

… e o aniversário da Carla, cujo filho tá indo pra um bom caminho.
Eu disse que o guri ia ser bom.

Gabriel desenhando
Clica pra aumentar a foto que vale a pena.

No mais, em casa congelamos um pouco, brincamos mais um pouco, dormimos e claro, aproveitamos o tempo livre pra não fazer NADA. =D

Enroladinho

Diretamente da sua mansão com detalhes paquistaneses, o Chico, que atualmente não tem saído nem pra correr na rodinha.
Viu? Inverno deixa TODO mundo preguiçoso.

Chico espiando

Bom, vou almoçar, que saco vazio não esquenta (?).

hype ma non troppo

Pantone Inc., é uma empresa sediada em Carlstadt, New Jersey conhecida pelo seu sistemas de cor, largamente utilizado na indústria gráfica. A Pantone foi fundada em 1962 por Lawrence Herbert, que foi diretor da companhia. Inicialmente, Pantone era uma pequena empresa que fabricava cartões de cores para companhias de cosméticos. Rapidamente, Herbert adquiriu a Pantone e desenvolveu o primeiro sistema de cores em 1963. (pela Wikipedia)

E daí essa febre do Pantone até hoje mora no coração dos designers e descolados (incluindo eu, claro), e o mercado que não é bobo nem nada, recheou as gôndolas (?) com opções pra todo tipo de doido por cores. Eu acho interessante esse lance de espectro colorido, claro, porque é bonito, mas não precisa ser pantone, pode ser CMYK ou lápis de cores, ou canetinhas, ou sei lá… aquarela. Até maquiagens em tons de cores me atraem.
Enfim, aqui alguns achados em diversos lugares com o hype concept pantone ;)

Pantone para pés:

Pantone para cafés:

Pantone para cafézinhos:

Pantone para geeks e/ou desocupados:

Tá. Essa eu achei massa, compraria todas!
Pantone para bundas:

Pantone para carteira:

Pantone para iPhone:

Pantone para vestir:

Há. Curti :)

run, drika, run!

Em um café de Porto Alegre, esperando o DOJO de Costura no sábado passado (que foi um sucesso infinito), procurei no revisteiro uma publicação que me fizesse  passar o tempo longe das vitrines, já que março é aquele mês que nunca acaba.
Dentre umas quantas revistas coloridas, com mulheres magérrimas e de biquíni na capa (tipo aquelas chamadas “A barriga de taquinho da Fulana“, ou a “Dieta do Ovo“), eis que dou de cara com a Cláudia Abreu numa P&B, linda e sorridente, vestida, com a mesma cara que ela tinha há 15 anos atrás. Já não é comum achar uma revista que não seja o exagero em papel couché, e a Claudinha batendo nos 40 é uma coisa que eu queria conferir.
Daí, olhei o nome da revista: LOLA. Imediatamente puxei, sentei, pedi meu café, e durante 1h44min engoli aquela edição como quem nunca tinha lido uma revista feminina na vida. Depois?
Levantei, paguei meu expresso duplo e fui direto pra uma revistaria comprar a última edição. Eu andava procurando muito esse tipo de informação que a LOLA traz.
Só o nome já é uma coisa “vintage“, meio estereotipada por nome de tia-avó e um tanto de esquizofrenia, pra quem já viu “Corra, Lola, Corra“.
Saca essas outras revistas? Cláudia, Fulana, a Beltrana, etc? NADA A VER.
É um conjunto que reúne de Brigitte Bardot à lista das 10 mulheres mais bem sucedidas nos negócios, gadgets, viagem, nerdice, dilemas, frufrus, tudo junto e ainda bem distribuídos em ediçoes grandes e bem formuladas. Egocêntrico na medida, tipografia de bom gosto, legibilidade e bem, resumindo, uma leitura das que eu, Drika, admiro e buscava há tempos.
Atualidades, sabe, coisa de menina? Pois é.
Vivo mergulhada em Gabriel García Márquez, Senhor dos Anéis e Michael Crichton… Preciso de uma opu outra bobagem na vida.
Acabei de ler 100 Anos de Solidão no sábado em que voltei de férias, então poxa, não preciso de outro soco no cérebro tão cedo :)
Enfim, boa surpresa na publicação da Abril!

campinas pra que te quero

Fazia tanto tempo que eu não pisava em solo paulista que já tinha inclusive me esquecido de tantas semelhanças que ele tem com o nosso estado aqui embaixo.
O trânsito, as pessoas sempre acima da velocidade, as situações, mas em específico, uma coisa que falta aqui, lá em Campinas acabou fazendo a minha felicidade por uns poucos minutos:

 

Fora isso a viagem, embora rápida, trouxe resultados extraordinários e empolgantes, então vocês esperem mais novidades minhas no âmbito profissional daqui uns tempos.
Tou mega tuin-tuin-tuin, e a cada gota aqui na Gremlin, uma ideia pipoca da caixola e cada dia mais nas pilhas de Cérebro… Tentar conquistar o mundo! ;)