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Pin-ups, Men-ups and more!

Eu sempre curti Pin-Ups, acho de uma sensualidade ímpar, e isso não afeta a capacidade intelectual da figura, pelo contrário, não denigre de nenhuma forma a mulher. A “poseragem”, a sensualidade, a roupa curtinha não é considerada chinelagem, porque de chinelagem a gente entende bem com o que se vê por aí.
Eis que esses dias (hoje, mais especificamente) me deparo com um artigo sobre Mens-Ups, do Rion Sabean!
Achei bem massa, e vou compartilhar com vocês algumas das minhas imagens preferidas do post do Toxel.com. Mas vai lá e vê que tem mais xD

E agora, o mestre sentado num toco. Tomaí, meo.

Erase and Rewind

Vida dura...

Trabalhar de casa na maioria das vezes é a melhor coisa do mundo. O silêncio e a falta de alguém pra atrapalhar quando tu tá concentrado fazem tu conseguir fazer o que tem que fazer. Fora que tu poder decidir se quer morrer de frio ou de calor, poder ficar descalço aumenta a felicidade consideravelmente, ainda mais podendo falar palavrões bem alto sozinho. E simplesmente o fato de poder falar sozinho já é relativamente uma auto-ajuda, a linha de raciocínio ditada pela voz parece que chega mais fácil.
E claro, com o Igor na escola, porque senão é praticamente impossível ter um raciocínio qualquer que seja, que não “Desce daí AGORA!” ou “Não põe o dedo aí que vai te dar um choque!”, coisas desse tipo.
Não tem muita coisa que se possa fazer com uma criança super ativa a não ser colar o olho (ou o canto de olho, já serve) e acompanhar as idéias de cabeça de mamão, que inventa de subir no armário pra pegar coisas altas, jogar bola perto da árvore de Natal, abrir a porta pro cachorro-monstro-Dylan entrar com as patas enlameadas e acabar com o carpete.
Mas ir na tua cozinha e fazer um chimarrão, ou esquentar uma água pra um chá, ter tudo que se precisa na volta, e no meu caso, poder ficar sem prótese… Bah. Não tem preço.
Claro que num ambiente corporativo, além de gripe e alergias, a gente desenvolve o caráter social, pode virar pro lado e perguntar pro colega algo que não entendeu, ter uma rede mais rápida e uma máquina de café. Mas nada que ir de pantufa até a cozinha e passar o próprio café não resolva de maneira mais interessante.
Eu ando cansada de caminhar e vir e ir, por isso volta e meia penso em como seria legal poder ter essa opção.
Também sei que é só eu querer, mas eu tenho tanta gente tri aqui na volta que me faz rir muito mais do que a Angélica apresentando o Video Show… penso e só penso, por enquanto :)

Corra, Drika, Corra!

Finalmente, depois um acidente básico na chegada lá em casa (a pobre edição do mês passado chegou destroçada, esmigalhada, desgraçada, rasgada e trollada), chegou a minha Lola Magazine, e quase tive uma síncope hiperventilada (tá, exagerei, exagerei) quando vi que o perfume que comprei na semana passada (CK One Summer) tem exatamente a mesma cor da capa da edição de Novembro.
Lola + CK
Coisa de Drika, acostume-se a ver coisas babacas sobre cores, formas e menininhazices aleatoriamente por aqui.
Achei lindo, tive que tirar foto, mas é uma pena que não deu o “tchan” que devia, devido à grande porcariedade da câmera do meu celular, que é uma porcaria.

Mas essa é a verdade do lance, ó:
CK One Summer
Aliás, um dos planos pra 2012 é comprar OUTRO celular (o 11º, mais especificamente) e me empenhar ao extremo no cuidado e atenção ao querido. Esse era o plano pro meu lindo LG Optimus Black, o 9º, mas infelizmente ele foi roubado, e aí sabe como é, o sentimento de saudade infinita de um processador decente me cega.

Será que eu repito a escolha do LG Optimus Black? Ou será que vai ser minha primeira investida num iPhone?
Mistério!

tomatoes killer – um molho TRUE

Sério, eu entro na cozinha e me sinto gourmet quando faço esse molho.
Devem existir no mínimo uns 500 milhões de pessoas que fazem igual, mas mesmo assim acho justo dividir com meus amigos essa delícia :D

Tudo começa, claro, no supermercado.
Essa minha quantidade é válida pra servir de 3 a 4 pessoas que comem bem.
Nada de cebola, nada de alho, Acredite, vai funcionar. Sem pimentão, sem nadica de nada.

Ingredientes

1 bandeijinha  de tomate-cereja
2 latas de tomates descascados (a maior invenção do mundo culinário, depois do fogo)
Óleo
Manjerona fresca
1 embalagem de mini-rúcula (claro que pode ser qualquer outra rúcula, mas a mini é hidropônica e tem um gostinho mais amanteigado. Sério.)
Sal
Pimenta a gosto
Queijo parmesão fresco (e o ralador, claro)
1 pacote de massa (admiro a de “tubinho” pra esse molho. Digna.)

Pronto. Aí se faz o crime:

Numa panela, um fio de óleo e duas latas inteiras de tomates peladinhos. Na hora que for colocar os tomates, amasse-os entre os dedos pra dilacerar, veja bem: não vai DESTRUIR os tomates, só despedaçar. Sem neura, tamanhos variados, sem faca, pra não destruir as fibras. Easy, easy.
Chama no fogo médio. Sal a gosto.

Na panela

Noutra panela, um fio de óleo, sal, e a massa quando a água ferver.
Quando a acidez dos tomates diminuir (nisso tua língua pode ajudar, né?) numa panela, é hora de mexer noutra: tira a massa, ainda al dente, e deixa escorrer bem.
Segue o molho em fogo baixo, confere se tem sal suficiente, daí corta umas 200g de tomate-cereja (uns 16, vai?) ao meio e toca lá dentro, e chama na pimentinha. Taí o segredo:

O segredo!

Nada de desmanchar os tomatículos… Eles tem que ficar consistentes e molhadinhos.

Acredito no teu potencial de entender essa parte :D

Eu prefiro montar pratos, do que servir na panela. Fica muito mais lindo… Então de um lado, as mini-rúculas com alguns tomatinhos-cereja pra decorar, massa, e o molho vai ser derramado deliciosamente por cima, com duas ou três folhas de manjerona em cima, e queijo raladinho na hora.

Delícia!

Gente, sério. Pessoas já morreram por essa receita. Já mataram. Agora é contigo.
HONRE a terrinha com um molho de tomates feito com TOMATES :)

High Five!

Pra ti aí, ó, que é forever alone:
High Five!

Imprime e cola na tua parede! xP