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More than words

Aprender sempre:
“Só sei que nada sei, e o fato de saber isso, me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa.”
Sócrates, além de baita jogador (brinks), foi um dos caras que mais falou o que talvez muitos achassem vazio, mas pra mim, existe muita coisa aqui.
O fato de se estar sempre disposto a aprender, e se achar em vantagem quando o que os outros querem é mostrar que sabem (sabem?) mostra o equilíbrio que a gente sempre procura na vida… E não é fácil acostumar com a ideia de que é PRECISO estar aberto à novas coisas.
Quando eu terminei meu casamento, eu tinha ideias fixas de coisas que eu jurava que não precisava. O que eu precisava era dos meus livros, meus lápis, minhas próprias ideias e só. Embora o Bill tenha me dito durante todo o tempo em que estivemos juntos que amizades (com pessoas reais) era necessário, eu nunca acreditei, e nunca levei em consideração. Até o momento em que eu realmente precisei ouvir aquilo que eu precisava ouvir.
E sim, pasme, estou dando meu braço a torcer, porque escutar tem sido bom, e dividir, melhor ainda, nesses tempos turbulentos.
Nas pessoas em que eu achava que eram conhecidos, vejo amigos, vejo suporte, vejo uma coisa completamente nova perante o que eu achava que era real.
Novas perspectivas, novas formas de ver o que eu via, e tinha definido como verdade absoluta, e que não eram absolutas em nada, no fim das contas.
“O período de maior ganho em conhecimento e experiência é o período mais difícil da vida de alguém.” Dalai Lama, outro cabeção, traz o conforto que eu preciso pra deixar o tempo passar, e como diz meu amigo Cris, o primeiro dia, dura um dia só… o segundo também, o terceiro também. Não adianta atropelar nada, porque só o tempo se encaminha de purificar as escolhas, e deixar clarear a nuvem de dúvidas que nos impede de ver o sol.
O futuro, sempre incerto, é só mais uma palavra daquelas que a gente nunca vai conseguir alcançar, somente dizer…
Então é por isso que eu tenho pensado que aprender, entender, ter outro lado na moeda, é bom. É ótimo. É necessário.
A vida segue sempre, e sempre vai seguir, e é no presente (que não tem esse nome por acaso) é que se faz a felicidade.
Vai tempo, e toma todo o tempo que tu precisar.

Make Believe

Contra tudo e todos, lá fui eu de novo tomar uma decisão que muda completamente não só a minha, mas a vida de muita gente que me rodeia. Gente essa que eu gosto muito, que eu respeito, que eu aprendi a gostar, que carrego comigo.
Não digo que foi decisão fácil, de jeito nenhum eu diria isso, mas eu tenho no meu coração a certeza de que foi a melhor decisão pra mim.
Confiança, segurança, são coisas que eu preciso prezar muito mais a partir de agora.
O abandono não pode chegar numa situação difícil, seja qual situação difícil estiver na outra ponta. Eu preciso de braços, muitos braços, pra mergulhar em mim e conseguir remontar toda a pessoa que eu sou, fui, e quero ser.
Quero me pintar novamente, de todas as cores que eu gosto.
Quero deixar o sol entrar, e que ele me esquente nessa frieza que a verdade me trouxe, e jogou na minha cara, sem nenhuma pena ou pudor.
A verdade. Ela que sempre devia ser dita, foi a peça que o meu xadrez lançou às cegas quando eu menos esperava, como que numa tentativa de não me deixar cair novamente no ciclo.
Uns dizem que certas coisas são normais, que acontecem, e usam o adjetivo “bon vivant” pra justificar faltas gravíssimas.
Não.
Não mesmo.
Bon vivant é aquele que dorme e acorda com o respeito sempre no horizonte, com a esperança e o apoio nos bolsos pra sacar em qualquer momento que for necessário, sem “e se’s”, sem “mas é que’s”, sem medo, porque viver bem é viver livre.
Viver bem é viver feliz.
Viver bem é dar valor. E como eu digo, “valor” não se define com o que se diz, mas com o que se faz, e como se faz.
Quando eu perdi meu valor na semana passada (porque assim me sinto ainda, hoje), abri meus olhos para a fraqueza alheia em buscar no profano uma saída para o real. E ali eu entendi que todos nós somos podres de coração, egoístas no sorriso que a dor alheia causa, e o quão maus somos conosco e com os outros… e o quanto ninguém faz diferença, ninguém influencia, ninguém mente aquilo que somos realmente, daquilo que somos feitos.
Somos todos feios.
Somos todos gigantes pisando em vidas, esmagando com as mãos enormes os sonhos de todos, os arrependimentos, as tentativas, aquilo a que nos agarramos.
Nunca eu diria errado. Nunca eu insistiria em justificar o injustificável, porque ele se esconde em dobras infinitas num papel branco nunca escrito.
Todo o meu valor derramado pela secura que amarga minha boca será refeito de mim mesma, e de amor. AMOR.
E não, eu não desisti dele. Não se desiste do amor, porque ele mora aqui, e aqui eu vou deixar que fique. Mas eu desisti SIM do amor que me destrói, ou destruiu, e dali é de onde eu vou tirar a essência e o pó da tinta que, misturada com minhas lágrimas bobas de arrependimento infantil, vão pintar meu futuro.
Cada pedaço meu que soltou de mim será reposto.
Cada sorriso que eu deixei fugir, será respeitado.
Cada beijo meu que morreu durante esses dias será amado, e jamais eu vou desistir da busca, porque eu sei que as estrelas ainda estão lá, e sempre estarão.

a new start

E quando menos esperava, do dia se fez a noite e a chuva veio forte, negra, pesada, fez cinza o azul do céu… e lentas se vão as nuvens, umas e outras, intensas, como cimento que sela um enorme buraco dentro da minha alma.

Boas lembranças I

Panqueca do Alemão
Pão de queijo do DCE
Chuva forte na lagoa
Minha árvore, em Itapuã
Areieira
Meus cavalos, Guri e Ventania
Torres
Fliperama no centro
Biblioteca Pública e seus livros em Latim
Praça de perto do Colégio Cruzeiro do Sul
Feijão da mãe da Mariana Green
Ônibus linha Prado
Prensado sem presunto
Bubbaloo Banana
Caloi
Planet Hemp
Praia de Itapeva no inverno
Cinamomo
Baralho (Canastra)
Lareira acesa
Azulejos da cozinha da vó
Churrasco do vô Vicente
Ver a F1 com meu dindo
Um tênis de cada cor
Mica, a cachorra gordacha
Morgana, minha companheira
Massa al pesto da Primmo Polastro
Neve em vacaria
Jogo do copo em Montenegro
Shopping Lindóia
Bola de futebol
Camisa 5, do Dinho
Ratinho criado na caixa de fósforo
Sapos criados no balde
Bala de gelatina
Comer Caldo Knorr
Dançar
Correr
Entrar correndo no mar/lagoa
Piscina da Mônica (Chico Bento de mergulhador)
Gibis
Vô La-Hire
Ler no metrô
Cachurrasco da Unisinos
Escaler, Bar da Lola e do João
Parque Marinha
ANLA, Lagoa dos Patos
Caneta Sakura
Praia de fora
Coquinho na estrada
Rural do dindo

:)

pedacitos de férias

Mateando no final da tarde.

Igor brincando na rua com o Guilherme (guerrinha de bolinhas e cinamomos).

Cabelo novo!

Hora da dinda Cibele estudar, e brigar com as toalhas por um lugar à lareira!

Paisagem dos pampas.

Na comemoração do Dia das Avós, a neta da dona Zilda e o bisneto!

Acho que vai faltar lenha…

Jornalismo sério e embasado. Sinceramente, as chamadas são melhores que as do Terra!